domingo, 12 de fevereiro de 2012

Curiosidades do Mundo Animal...

Um cão tem o olfato 20 vezes mais apurado do que o homem, ainda que sejam superados pelos porcos.

O maior rebanho bovino do mundo, estimado em quase 200 milhões de cabeças, é o Indiano; onde este animal é considerado sagrado.

                      O anfíbio mais venenoso é a rã Flecha Venenosa que vive na Colômbia.

                        A ave mais venenosa, e a única, é o Pitohui encapuchado de Nova Guiné.

O ornitorrinco e a musaranha(um marsupial parecido com um rato) são os dois únicos mamíferos venenosos.

                                 O menor peixe é o Gobio Filipino que mede 7,6 milímetros.


O maior mamífero é a baleia azul que mede aproximadamente 35 m. É também o animal mais barulhento. Registra-se até os 188 decibéis e pode ser ouvido por outras baleias até a 1.600 km de distância. 

               O maior peixe é o tubarão baleia, que pode medir até 15 metros de comprimento.

                             O maior molusco é o calamar gigante do Atlântico: 20 metros.

                        A ave mais alta, mais rápida(70km/h) e maior ave viva é o avestruz.

                    O menor mamífero é o morcego com nariz de porco: 3,3 centímetros.

  
A orca em liberdade vive ao redor de 80 anos mas em cativeiro não supera os 10 anos.


                 A ave que mergulha a maior profundidade é o pingüim imperador com 265 metros.

                   O Guepardo é o mamífero mais rápido em curtas distâncias, 105 Km/h.

                      Os mosquitos causaram mais mortes do que todas as guerras juntas.

               A formiga levanta 50 vezes o seu peso, e puxa 30 vezes o seu próprio peso.


                                                 Alguns leões copulam 50 vezes por dia.

Neste exato momento há mais de 100.000 microorganismos alimentando-se, reproduzindo-se, nadando e depositando detritos no seu corpo.


                       O material mais resistente criado pela natureza é a teia de aranha.
 
                Os Koalas não bebem água, eles absorvem os líquidos das folhas de eucalipto.

Os filhotes de gambá possuem apenas 1 cm e ficam na bolsa da mãe 70 dias, onde se desenvolvem e tem condições de enfrentar a selva.

O elefante sabe quando vai morrer e ao pressentir sua morte, separa-se de sua manada e vai para um lugar deserto.

Há certos ratos cuja gestação é de apenas 15 dias e a elefante fêmea carrega o filhote no ventre por 2 anos.
Fontes: www.sitedecuriosidades.com; www.mdig.com.br.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Por que temos diferentes tipos sanguíneos...

   Os diferentes tipos sanguíneos humanos provavelmente surgiram para afastar as doenças infecciosas. A incompatibilidade de alguns tipos de sangue, no entanto, é apenas um “acidente” da evolução. Mas esse é um problema relativamente recente, já que a transfusão de sangue existe a apenas algumas centenas de anos.
   Existem quatro tipos sanguíneos principais. O mais antigo é o B, que deve ter se originado há cerca de 3,5 milhões de anos – existia antes mesmo de a espécie humana ter evoluído de seus ancestrais hominídeos, a partir de uma mutação genética que modificou um dos açúcares que ficam na superfície das células vermelhas do sangue.
   Aproximadamente 2,5 milhões de anos atrás, mutações inativaram o açúcar, originando o sangue do tipo O, que não tem nem o açúcar do tipo A nem do B. O sangue AB, como é fácil supor, é coberto tanto pelo açúcar A como pelo B.
   Esses açúcares fazem com que alguns tipos de sangue sejam incompatíveis entre si. Se for feita uma transfusão de sangue com um doador de sangue do tipo A para uma pessoa com o tipo B, o sistema imunológico do receptor reconheceria o invasor e começaria um ataque – essa reação imunológica poderia matar o indivíduo.
   O sangue do tipo O negativo é conhecido como o “doador universal” porque não tem as moléculas que podem provocar essa reação (o “negativo” significa que ele não tem outro tipo de molécula na superfície, conhecida como o fator Rh).
   A principal causa evolucionária dos variados grupos sanguíneos parece ser as doenças. Por exemplo, a malária parece ser a principal força seletiva por trás do tipo O. Esse tipo sanguíneo é mais prevalente na África do que em outras partes do mundo, e se acredita que esse sangue carrega algum tipo de vantagem evolutiva.
   A vantagem parece surgir no sentido de que as células infectadas com malária não aderem bem aos tipos sanguíneos O ou B. Células sanguíneas infectadas com malária são mais propensas a ficar nas células com o açúcar A, formando aglomerados conhecidos como “rosetas”, que podem ser fatais quando se originam em órgãos vitais, como o cérebro.
   Por outro lado, as pessoas com sangue tipo O podem ser mais propensas a outras doenças. Por exemplo, essas pessoas são conhecidas por serem mais suscetíveis a serem atingidas pela bactéria Helicobacter pylori, que provoca úlceras.
   Entretanto, os cientistas ainda não sabem se algum tipo de doença em específico provocou os diferentes tipos de sangue dos humanos.
   Muitas descobertas levam a muitas respostas, mas, se tratando de Ciência, as respostas sempre podem mudar, ouelhor dizer, podem se reformular

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Mico-leão-dourado...

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Família: Cebidae
Género: Leontopithecus
Espécie: Leontopithecus rosalia 
Comprimento: aproximadamente 32 cm
Cor: amarelo dourado
Peso: em média entre 400 e 700 gramas 
Tamanho: em média 60 cm da cabeça até a cauda.
Tempo de vida: em média 15 anos
Gestação: 4 meses e meio.
Também são chamados de: sagui, sagui-piranga, mico e sauí

   O mico-leão-dourado é conhecido em todo o mundo como símbolo da conservação da natureza no Brasil.
   O habitat deste animal no Brasil é a região montanhosa do sudoeste do Rio de Janeiro.
   Vive em grupos familiares formados, em média, por seis indivíduos, mas pode variar desde dois até 14 indivíduos.
   Não há qualquer diferença de cor de pelo ou tamanho entre o macho e a fêmea da espécie. Na natureza vivem em média, oito anos, mas podem chegar até 10 - 12 anos.
   Podem reproduzir uma ou duas vezes por ano, com gestação de 120 dias e normalmente produzem dois filhotes gêmeos. A fase de reprodução da fêmea ocorre entre os meses de setembro a março.
   Alimentam-se de frutos silvestres, insetos, pequenos vertebrados e, eventualmente, de goma de algumas árvores.
   São animais diurnos e à noite, dormem em ocos de árvores ou em emaranhados de cipós e bromélias. Costumam brigar até a morte para defender seu território.
   Esta espécie está correndo risco de extinção. Porém, a reprodução em cativeiro está apresentando resultados positivos.
   Além da rara beleza que chamava a atenção dos contrabandistas, a destruição das matas foi a razão principal do seu desaparecimento, sendo que, as que ainda hoje constituem o habitat do mico-leão-dourado estão confinadas a pequenas ilhas da Mata Atlânticas no Estado do Rio de Janeiro.
   Protegido pela Lei Federal n° 5.197, de 3 de janeiro de 1967 —"Lei de Fauna", está também incluído na "lista oficial de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção", portaria N° 1.522, de 19 de dezembro de 1989—IBAMA, além de contar com o Comitê Internacional que trata do programa de recuperação e manejo da espécie, objetivando alcançar o estabelecimento de uma população geneticamente sustentável.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Polinização.... E as Flores...

   Polinização é a transferência do pólen da antera de uma flor para o seu próprio estigma, ou, o transporte de grãos de pólen de uma flor para outra. É através deste processo que as flores se reproduzem.
   A transferência de pólen pode ser através de fatores bióticos, ou seja, com auxílio de seres vivos, ou abióticos, através de fatores ambientais.
   A flor é o órgão da planta responsável pela polinização. As células reprodutivas masculinas são os grãos de pólen, localizados nas extremidades das anteras, e as células reprodutivas femininas, são os óvulos, localizados dentro do ovário da flor. A polinização é o ato sexual das plantas espermatófitas, pois, através deste processo o gameta masculino pode alcançar o gameta feminino e fecundá-lo.

   A transferência de pólen pode ocorrer de duas maneiras: através do auxílio de seres vivos (abelhas, borboletas, besouros, morcegos, aves, etc) que transportam o pólen de uma flor para outra, ou por fatores ambientais (através do vento ou da água).
   Além destas duas maneiras, há também a auto-polinização (ou autogamia), ou seja, a flor recebe seu próprio pólen. Há casos em que ela o rejeita, nestas situações, ocorrerá a troca de genes com outras flores, o que resultará em uma variação da espécie. Entretanto, algumas espécies utilizam-se de seu próprio pólen objetivando produzir sementes e garantir a estabilidade de sua população (aqui não ocorrerá a variação, pois não haverá mistura de genes).
   Existem algumas espécies, como as Gimnospermas, onde, na maioria das vezes, a polinização é anemófila (através do vento). Acredita-se que isso seja em decorrência da forma de evolução desta espécie (quando não podiam contar com insetos especializados na coleta de pólen, como as abelhas). Devido a isto, esta espécie possui uma pobre variação morfológica em suas estruturas reprodutivas.
   Conclui-se então, que a polinização é responsável pela reprodução das plantas.
   A polinização pode ser de dois tipos: direta ou indireta.

          Polinização Direta
   A polinização direta pode ser chamada de autopolinização ou autogamia. Acontece quando o pólen sai da antera e cai sobre o estigma da mesma flor, sem a ajuda dos agentes polinizadores. Este tipo de polinização resulta na autofecundação, e isso não é vantajoso para os vegetais, pois impede a formação de novas sementes, e o desenvolvimento de flores férteis e fortes.
   Para evitar que ocorra este tipo de fecundação, as plantas possuem alguns mecanismos de defesa:
- Dicogamia: os órgãos reprodutores da planta amadurecem em épocas distintas através de dois processos, protandria (quando o órgão reprodutor masculino amadurece primeiro que o feminino), e protoginia (o órgão reprodutor feminino amadurece primeiro que o masculino).

- Dioicia: a planta não possui flores com os dois sexos.

- Hercogamia: há um obstáculo entre o gineceu e o androceu (estruturas femininas e masculinas).

- Heterostilia: o estame e o pistilo possuem tamanhos diferentes.

- Auto-esterilidade: a flor não pode ser fecundada pelo seu próprio pólen. 


          Polinização Indireta
   A polinização cruzada ou indireta ocorre quando os grãos de pólen são levados da antera de uma flor até o estigma da outra. Ocorre através de agentes polinizadores.
   Segue abaixo a classificação dos agentes polinizadores:

- Entomofilia: o pólen é conduzido pelos insetos, que são atraídos pelo odor e pela cor das flores. São atraídos também, pela substância produzida pelas flores, o néctar, que contêm grande quantidade de nutrientes, servindo de alimento para os insetos.

- Ornitofilia: o pólen é conduzido pelas aves, sendo o principal agente polinizador, o beija-flor. As aves são atraídas pelas cores vivas, o cheiro agradável e pelo néctar das flores, que também é um alimento para os beija-flores.

- Anemofilia: polinização realizada pelo vento. Neste tipo, não é necessário que a planta seja atraente, ela só deve possuir uma quantidade significante de pólen que tenham facilidade de voar pelos ares. E o estigma deve ter uma eminência para conseguir captar o pólen que vem com o vento.

- Quiropterofilia: polinização realizada por morcegos, que são atraídos por flores de forte odor. A quiropterofilia é um tipo de polinização noturna.

- Hidrofilia: o pólen é transportado pela água. Ocorre em pouca freqüência, geralmente em plantas aquáticas. Por exemplo: Vallisnéria.

           Partes de uma flor
   Como já dissemos, a flor é responsável pela reprodução. Elas se encontram nos galhos periodicamente.
   É formada pela reunião de folhas modificadas presas ao receptáculo floral, que possui formato de um disco achatado. Por sua vez o receptáculo floral fica no topo do pedúnculo floral, que é o "cabinho" da flor.
   Uma flor quando completa apresenta as seguintes estruturas:


- Sépala: são as mais externas, geralmente de cor verde, e exercem a função de proteção do botão floral, fase em que a flor ainda não se abriu. O conjunto de sépalas é chamado  de cálice.

- Pétalas: vêm a seguir da sépala. São brancas ou coloridas e formam a corola (nome derivado de coroa), com função de atrair os chamados agentes polinizadores.

- Estames: ficam dispostos mais internamente no receptáculo. Cada estame possui aspecto de um palito, com uma haste, o filete, sustentando uma porção dilatada, a antera. O conjunto de estames forma o androceu, considerado o componente masculino da flor. Na antera são produzidos os grãos de pólen.

- Carpelo: ocupa o centro do receptáculo floral. É longo notando-se no seu ápice uma ligeira dilatação, o estigma, continuando com um curto estilete, vindo a seguir o ovário. No interior do ovário, existem os óvulos. O carpelo solitário é componente do gineceu, a parte feminina da flor.

- Perianto: formado pelo cálice e a corola, auxiliam no processo reprodutivo.

- Receptáculo: porção dilatada do extremo do pedúnculo, onde se inserem os verticilos florais.

Pendúculo: está posicionado abaixo do receptáculo e é o eixo de sustentação da flor.

Estigma: é a área receptiva do pistilo das flores, onde o grão de pólen inicia a germinação do tubo polínico.

- Antera: é a parte final do estame nas flores. É aqui que são produzidos os grãos do pólen. Essa estrutura floral é dividida em um ou dois compartimentos onde o pólen é armazenado. “Protege” o pólen até seu maturamento completo. Quando isto ocorre a antera se abre para liberar o grão já maduro.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Baleia-Azul...

Reino: Animália
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetartiodactyla
Gênero: Balaenoptera
Espécie: Balaenoptera musculus

   A Baleia Azul é um animal cosmopolita, pois, pode ser encontrada em todos os oceanos do mundo, tanto no hemisfério Norte como no hemisfério Sul, e atualmente é considerada o maior mamífero da Terra.
   Assim como nós humanos sua respiração é feita através de pulmões. Os mergulhos da baleia-azul costumam durar de três a dez minutos, mas podem chegar até 30 minutos. Nesses mergulhos mais longos, o animal pode atingir uma profundidade de até 200 metros. Tem um sangue quente e amamentam seus filhotes com leite, que bebem cerca de 50 galões por dia, através de glândulas mamárias.
   Se comunicam através de sons que emitem, podendo ser ouvido por quilômetros de distância. Nadam a uma  velocidade de cinco a 15 quilômetros por hora, podendo chegar a 30 quilômetros por hora, quando fogem da orca, seu principal predador.
   A Baleia-Azul se alimenta basicamente de pequenos crustáceos, como o krill, minúsculos “camarões” que flutuam em forma de cardumes próximo à superfície das águas. Uma baleia-azul adulta pode comer até duas toneladas de krill por dia.
   Os machos são menores que as fêmeas. Quando adultos os machos chegam a medir aproximadamente 25m e as fêmeas 27m. Nasce apenas um filhote por vez, e a mãe estabelece uma ligação muito forte com o filhote. A gestação da Baleia-Azul dura de 11 a 12 meses sendo que o filhote nasce com 7 a 8 metros aproximadamente. Os filhotes são amamentados por um período de sete meses, quando atingem quase dez toneladas e treze metros.
   Durante o verão migram para latitudes mais altas, à procura de águas mais frias e altamente produtivas que se localizam em volta das calotas polares. No inverno retornam as águas tropicais ou temperadas para a reprodução e nascimentos dos filhotes. Por volta dos dez anos de vida é que esses animais atingem a maturidade sexual.
   Por causa de seu tamanho, a Baleia-Azul foi muito perseguida e caçada entre o final do século 19 e início do século 20. Matavam as baleias por diversos motivos. Aproveitava-se tudo do animal: as barbatanas, a carne, a gordura e até os ossos. Após a caça de milhões de baleias, em 1966, a Baleia-Azul recebeu proteção no mundo inteiro. Antes do período exploratório, acredita-se que havia cerca de 250 mil representantes da espécie no hemisfério Sul. Nos dias de hoje o número não passa de 1.500, colocando-a na lista dos animais ameaçados de extinção.
   O número de representantes da Baleia-Azul está aumentando no hemisfério Norte, e mesmo assim, será muito difícil chegar perto dos números do passado. Isto porque também, o krill (seu principal alimento), é muito disputado por outros animais além de também ser capturado pelo homem.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Alucinógenos que podem alterar a mente humana... Drogas.... Parte 2...

   Os seres humanos ingerem substâncias que alteram a mente há muito tempo. Alucinógenos de 2.500 anos foram encontrados em ilhas nas Pequenas Antilhas, e as culturas tradicionais das Américas até a África usam substâncias alucinógenas para fins espirituais.
   A lista que segue abaixo são de alucinógenos que realmente alteram a mente humana.

1. LSD
   O LSD é comumente conhecido como “ácido”, mas seu nome científico é dietilamida do ácido lisérgico. A droga foi sintetizada pela primeira vez em 1938, a partir de uma substância química chamada ergotamina. A ergotamina, por sua vez, é produzida a partir de um fungo que cresce em grãos de centeio.
   O LSD foi originalmente produzido por uma empresa farmacêutica sob o nome Delysid, mas ganhou uma má reputação na década de 1950 quando a CIA decidiu pesquisar seus efeitos no controle da mente. O teste provou que o LSD era muito difícil de controlar, e muitos, como o escritor Ken Kesey, começaram a tomar a droga por diversão na década de 60.
   
2. Ayahuasca
   Ayahuasca é uma mistura alucinante de infusões amazônicas centrada em torno da ayahuasca. Bebida produzida a partir de duas plantas amazônica: Banisteriopsis caapi e Psychoria viridis (popularmente cipó dos mortos). A bebida tem sido usada por tribos indígenas sul-americanas para rituais espirituais e de cura, e como outros alucinógenos, o ayahuasca provoca muitas vezes experiências emocionais muito intensas (vômito também é comum).
   Em 2006, a escritora Kira Salak, da National Geographic, descreveu sua experiência com ayahuasca no Peru para a revista.
   “Eu nunca vou esquecer a sensação. A miséria esmagadora. A certeza de interminável sofrimento. Ninguém para lhe ajudar, nenhum lugar para escapar. Aonde quer que eu olhasse, apenas escuridão tão espessa que a ideia de luz parecia inconcebível. De repente, eu rodei em um túnel de fogo, lamentando figuras me chamando em agonia, me implorando para salvá-las. Outros tentaram aterrorizar-me. ‘Você nunca vai sair daqui’, disseram eles. Nunca. Nunca “.
   No entanto, Salak escreveu que quando acabaram as alucinações, sua depressão paralisante foi aliviada. Foram experiências anedóticas como esta que levaram os pesquisadores a investigar o uso de alucinógenos como terapia para os transtornos mentais, como ansiedade, depressão e transtorno pós-traumático.

3. Peiote
   Peiote é um cacto que obtém sua energia alucinatória da mescalina. Como alucinógeno, a mescalina se liga aos receptores de serotonina no cérebro, produzindo sensações elevadas e visões caleidoscópicas.
   Grupos indígenas no México usavam peiote em cerimônias durante milhares de anos, e a mescalina têm sido muito utilizada por tribos da América do Sul para os seus rituais. Peiote tem sido objeto de batalha em tribunal por causa de seu papel na prática religiosa. Alguns estados americanos permitem a posse de peiote, mas somente se ligada a cerimônias religiosas.


4. Cogumelo mágico
   O ingrediente “mágico” em cogumelos alucinógenos é a psilocibina, um composto que se decompõe em psilocina no corpo. A psilocina se liga a receptores de serotonina em todo o cérebro e pode causar alucinações, assim como sinestesia, ou a mistura de dois sentidos. Sob a influência da substância, por exemplo, uma pessoa pode achar que cheira as cores.
   De acordo com a tradição humana de comer qualquer coisa que possa alterar a sua mente, as pessoas têm ingerido cogumelos por milhares de anos. Psilocibina sintética está agora sob estudo como um potencial tratamento para ansiedade, depressão e dependência química.

5. Pó de anjo ou PCP
   Mais conhecido pelo seu nome de rua, “pó de anjo”, o PCP é a fenilciclidina. A droga bloqueia alguns receptores no cérebro para o neurotransmissor glutamato. É mais perigosa do que outros alucinógenos, com sintomas similares a esquizofrenia e efeitos colaterais desagradáveis.
   Por causa disso, o PCP não tem uso médico. A droga foi testada como anestésico nos anos 1950 e usada rapidamente para anestesiar animais durante cirurgias veterinárias. Mas na década de 1960, o PCP chegou às ruas como droga de recreação, famosa pelos sentimentos de euforia e invencibilidade que concedia ao usuário. Infelizmente, um efeito colateral de toda essa euforia é um comportamento verdadeiramente destrutivo, incluindo usuários que tentam saltar de janelas ou outras formas de automutilação. Para não mencionar que altas doses podem causar convulsões.


6. Ibogaína
   Derivada da planta africana iboga, a ibogaína é outro alucinógeno com uma longa história de uso tribal. Mais recentemente, a droga se mostrou promissora no tratamento de dependências químicas – isso na maior parte do México e da Europa, onde o tratamento com ibogaína não é proibido, pois é nos EUA.
   Utilizar a ibogaína como terapia é complicado, no entanto. A droga pode causar problemas de ritmo cardíaco e vômito é um efeito colateral comum. A Associação Multidisciplinar de Pesquisa Psicodélicas (MAPS, na sigla em inglês), com sede em Massachusetts, EUA, relata que cerca de 1 em 300 usuários de ibogaína morrem devido à droga. O grupo está estudando os efeitos a longo prazo da ibogaína em pacientes na Nova Zelândia e no México.

7. Salvia divinorum
   Salvia divinorum, também conhecida como sábio vidente ou adivinho, cresce nas florestas de Oaxaca, no México. Os povos nativos de lá têm utilizado o chá feito de suas folhas em cerimônias espirituais, mas a planta também pode ser fumada ou mastigada por seus efeitos alucinógenos.
   A Salvia não é atualmente uma substância controlada, mas está sob consideração de se tornar ilegal e pode ser colocada na classe de drogas como a maconha.

8. Ecstasy
   Ecstasy é o nome de rua do MDMA, ou 3,4-metilenodioximetanfetamina. A droga age sobre a serotonina no cérebro, causando sentimentos de energia, euforia e distorções de percepção. Também pode aumentar a temperatura do corpo, aumentando assim o risco de insolação.
   Estudos em animais sugerem que o MDMA provoca mudanças de longa duração e potencialmente perigosas no cérebro. Ele foi sintetizado pela primeira vez por um químico à procura de substâncias para parar sangramentos em 1912. Ninguém prestou muita atenção em seus outros efeitos, e na década de 1970, o MDMA chegou às ruas.
   Hoje, o ecstasy ainda é uma droga de rua comum, mas os pesquisadores estão investigando se o MDMA pode ser usado para tratar transtorno pós-traumático e ansiedade relacionada ao câncer.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Alimentação Saudável e Pirâmide Alimentar...

   Os alimentos são essenciais na nossa vida, eles são responsáveis pela construção, manutenção e funcionamento do nosso corpo.
   Os alimentos podem ser divididos em três grupos principais: energéticos, construtores e reguladores.

- Energéticos: fornecem a energia para o corpo se movimentar, trabalhar e realizar as atividades cotidianas. São os alimentos que contém carboidratos e gorduras. Exemplos: óleo, azeite, pão, macarrão, açúcar, mel e doces.

- Construtores: ricos em proteínas, ferro e cálcio, são responsáveis pela manutenção e pela construção do corpo. Também formam os hormônios, as enzimas e os anticorpos. Exemplos: leites e derivados, carne, peixe, frango.

- Reguladores: vitaminas, minerais e fibras, são responsáveis pelo funcionamento do corpo. Entre suas tarefas estão, facilitar a digestão, aumentar a resistência às infecções, proteger a pele, a visão e os dentes. Exemplos: frutas, verduras e legumes.

   Uma alimentação saudável é aquela equilibrada, que contém diferentes alimentos em quantidades suficientes para o crescimento e manutenção do organismo. A alimentação influencia diretamente na saúde, no trabalho, no estudo, no lazer e no tempo de vida das pessoas. Quanto mais variada a alimentação, mais saudável ela será.
   Além dos alimentos, não podemos esquecer de citar a água. A água é essencial para o corpo. É tão importante que constitui cerca de 70% do nosso peso. Até os nossos ossos têm água, e tudo aquilo que comemos, dos animais aos vegetais. Verduras e legumes são especialmente ricos em água e sais minerais. Algumas frutas, como o melão e a melancia, têm quase 90% de água e suprem boa parte da necessidade hídrica do corpo.

          Pirâmide Alimentar
   A pirâmide alimentar é uma divisão dos alimentos em seis grupos, e indica a forma correta de se alimentar de forma balanceada.
   Os grupos da Pirâmide Alimentar são: alimentos energéticos, alimentos reguladores e alimentos construtores.
   As pirâmides alimentares representam graficamente informações para orientar as pessoas sobre hábitos alimentares saudáveis. É importante também, para uma alimentação saudável, a quantidade e o tipo de alimento de que cada pessoa necessita, levando em conta certos fatores, como idade, peso, altura, atividade física e condição de saúde.
 Cada região possui hábitos alimentares, portanto, existem vários tipos de pirâmides alimentares. Segue abaixo alguns tipos de pirâmides alimentares.

Mediterrânea
Asiática
 

Vegetariana

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pérolas... Como se formam...

   A pérola é o resultado de uma reação natural do molusco contra invasores externos, como certos parasitas que procuram reproduzir-se em seu interior. Para isso, esses organismos perfuram a concha e se alojam no manto, uma fina camada de tecido que protege as vísceras da ostra.
   Então, a pérola é o resultado de uma espécie de defesa do organismo do molusco a um invasor - organismo externo que pode ser desde um grão de areia até um parasita
   Nem todas as ostras formam pérolas, somente as perlíferas que fazem parte das famílias Pteriidae (de água salgada) e Unionidae (de água doce). E também não são todas as pérolas que têm valor comercial - apenas as que saem bem redondinhas. A maioria delas, porém, cresce grudada na concha da ostra, como se fosse uma verruga, e fica em formato de meia esfera, o que tira dela a chance de ser vendida.

   MECANISMO DE PROTEÇÃO
1. A entrada de "invasores", como vermes e plânctons, grãos de areia, pedaços de rocha ou coral, gera uma espécie de irritação - um processo que a ostra usa para se defender desse novo organismo.

2. Essa reação visa defender o manto, um tecido muito fino, com várias linhas musculares, presente em ostras e mariscos. Ele cobre todo o corpo do animal e protege seus órgãos, como coração e intestinos, chamados de "partes moles".

3. O manto cobre o invasor com várias camadas de uma substância chamada madrepérola, ou nácar, composta de carbonato de cálcio (cerca de 93%), água, proteína (conchiolina) e partículas que dão, por exemplo, a cor à pérola

4. O processo leva em média três anos. Não há tamanho máximo alcançado por uma pérola: ela geralmente é retirada com 12 mm de diâmetro, mas seria capaz de atingir até cerca de 3 cm. Mais do que isso, poderia deformar a concha e matar a ostra.

   Até o século XVII, não existia tecnologia para polir pedras preciosas como rubis e esmeraldas, por isso as pérolas eram um dos maiores símbolos de riqueza e poder, usadas como adorno nas mais valiosas jóias da época.
      Substâncias presentes na água também podem ser incorporadas à pérola, por isso sua cor varia de acordo com o ambiente, gerando as mais diversas tonalidades. A pérola é a única gema de origem animal.
   A cor da pérola varia conforme as condições ambientais e a saúde da ostra: as mais comuns são rosa, creme, branca, cinza e preta.
   Só 2% das pérolas são redondas. E elas têm várias cores
- A cor rosa, vermelha ou azul deve-se a detritos, proteínas ou à cor interna da concha. A mais rara é a negra, do Tahiti e das ilhas Cook.
- As pérolas mais comuns são as semirredondas. Ainda há as que crescem em forma de lágrima, gota, cone ou a barroca, bem irregular
- Dá para cultivar pérolas: uma bolinha de plástico ou um pedaço de molusco são colocados na ostra para provocar o processo.